"Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que hava silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade..." Rubem Alves

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A importância do Enem


Para muitos estudantes o Enem é uma oportunidade única para se ingressar em uma faculdade ou uma universidade publica, pois todos sabem que no Brasil nem todos tem a condição de fazer um ensino superior, a participação no Enem também é pré- requisito para os candidatos a uma bolsa do programa universidade para todos o famoso (Pro Uni).
Durante ao ano milhões de estudantes em todo o Brasil se unem em cursinhos salas de aula nas escolas publicas para e, se aplicar ao Maximo nos estudos para garantir um lugar no sonhado mundo acadêmico.
Diante disso não se podem haver erros grosseiros como o que houve esse ano, pois esses erros matam sonhos de muitos estudantes que  fazem o exame do Enem 

Enem 2010

Enem 2010

O Enem realizado no ultimo domingo gerou a revolta de diversos estudantes em varias partes do Brasil, o motivo foi o erro de impressão das provas, Falha nas provas amarelas, gabarito invertido, entre o cabeçalho de Ciência e Natureza e de Ciências Humanas, muitos estudantes reclamaram dos tumultos durante a prova, despreparo dos fiscais e uso de materiais proibidos, como celular, lápis e relógios. Constas os estudantes que fizeram a prova que havia erros gráficos, e que tais erros geraram neles uma confusão e uma incerteza se o erro só constava na prova dele ou não,
Alguns estudantes revoltados com os erros foram à delegacia e fizeram um registro, pois se sentiram prejudicados, em todo Brasil houve uma serie de reclamações, pois não é a primeira vez que acontecem erros na parte da organização do Enem, A União Nacional dos Estudantes (UNE) recebeu em conjunto com a UBES 1.103 reclamações, dentro dessas reclamações 93% dos estudantes é favorável a realização de uma nova prova mais para aqueles que se sentirem prejudicado.
Mais a pedido do Ministério publico federal a Justiça federal determinou a suspensão do Exame o Enem 2010 em todo pais,
“Contudo a (UNE) reivindicara a realização de um novo exame do Enem, para todos aqueles que se sentirem lesados, mais de uma forma opcional e para aqueles que não se sentiram a (UNE) pede para que possam manter sua nota anterior, segundo ao site ‘‘Terra” a AGU vai protocolar recurso contra suspensão do Enem nesta tarde.
Essa é a segunda vez que acorre algo de errado com o Enem ano passado a prova foi furtada por um Funcionário da gráfica onde foram feitas as provas, e com o vazamento da prova os exames foram refeitos e a data para fazer a prova foi mudada e por causa da mudança de data  da realização do Enem muitas faculdades deixaram de usa as notas assim prejudicando muitos estudantes que durante ao ano vieram estudando.
Agora neste ano acontece um erro gráfico e no outro ano vai ser o que em? Os estudantes não são palhaços, Agora é ficar na espera e ver se a justiça aprovara que as provas sejam refeitas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bullying

O Bullying é um tipo de violência, ato agressivo verbal ou físico praticados de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas
Os nossos jovens andam sendo alvos de ameaças intimidações humilhações e agressões verbais e muitas vezes físicas “vindas de seus colegas de classe, hoje em dia as escolas não já são mais um lugar seguro onde você possa deixa seus filhos tranquilamente.
Nas escolas o Bullying vem se difundindo cada vez mais, nossos jovens vêm praticando com mais freqüência atos de estrema violências, mais esse tipo de violência não esta somente nas escolas mais também se disseminou pelas paginas de relacionamentos como o Orkut onde os jovens criam comunidades para agredir o seu alvo expondo o ao ridículo, esse tipo de violência por meios de paginas da internet é chamado de cyberbullying.
Mais o Bullying não se restringiu somente nas escolas e paginas de relacionamento mais esta também em faculdades e universidades tanto privadas ou publicas onde o Bullying é praticado com uma violência mais estrema um exemplo disso são os trotes praticados pelos universitários veteranos, onde os calouros são expostos a humilhações diversas chegando ate a agressão física e verbal trotes cheios de preconceitos expondo os acadêmicos de maneiras desrespeitosas.
Muitas escolas fazem vista grosa a respeito do Bullying assim fazendo com que esse tipo de agressão se torne todos os vês mais freqüente no ambiente escolar, jornais e mais jornais das redes de televisão vê nos noticiar brigas entre estudantes nas escolas, vídeos de brigas violentas de meninas com meninas e vem se multiplicando na Web onde elas se agridem por motivos fúteis, onde o motivo é porque” a colega não sua roupa de marca tem que bate nela”
As escolas devem assumi seu papel e começa admitir que seja um local passível de Bullying e conscientizar os professores a orienta os alunos de que esse tipo de violência só os prejudicara e que a agressão não é solução para solucionar seus problemas a solução das coisas não esta em agredir seus colegas, temos que aceita as pessoas do jeito que elas são, pois vivemos em uma sociedade temos que deixa bem claro que eles serão punidos por tal violência.
O melhor remédio é a prevenção e a conscientização para que se amenize esse tipo de violência!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O triste cenário nas escolas brasileiras

Um estudo de Martin Carnoy, 71 anos, doutor em economia e professor na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, onde atualmente também comanda um centro voltado para pesquisas sobre educação.

MENOS TEORIA E MAIS PRÁTICA
Falta ao Brasil entender o básico. Os professores devem ser bem treinados para ensinar – e não para difundir teorias pedagógicas genéricas. As faculdades precisam estar atentas a isso. Um bom professor de matemática ou de línguas é aquele que domina o conteúdo de sua matéria e consegue passá-lo adiante de maneira atraente aos alunos. Simples assim. O que vejo no cenário brasileiro, no entanto, é a difusão de um valor diferente: o de que todo professor deve ser um bom teórico. O pior é que eles se tornam defensores de teorias sem saber sequer se funcionam na vida real. Também simplificam demais linhas de pensamento de natureza complexa. Nas escolas, elas costumam se transformar apenas numa caricatura do que realmente são.

À CAÇA DE MESTRES BRILHANTES
A chave para um bom ensino é conseguir atrair para a carreira de professor os melhores estudantes. Basta copiar o que já deu certo em países como Taiwan, que reuniu em seu quadro de docentes algumas das melhores cabeças do país. Ali, um professor ganha tanto quanto um engenheiro – o que, por si só, já atrai os alunos mais talentosos para a docência. Mas não é só isso. Está provado que, para despertar o interesse dos mais brilhantes pela sala de aula, é preciso, sobretudo, dar-lhes uma perspectiva de carreira e de reconhecimento pelo talento que os distingue. No Brasil, o pior problema não está propriamente na remuneração dos professores, até razoável diante das médias salariais do país – mas justamente na ausência de um bom horizonte profissional.

VIGILÂNCIA SOBRE OS PROFESSORES
Os professores brasileiros precisam, de uma vez por todas, ser inspecionados e prestar contas de seu trabalho, como já ocorre em tantos países. A verdade é que, salvo raras exceções, no Brasil ninguém sabe o que eles estão ensinando em sala de aula. É o que me faz comparar as escolas públicas brasileiras às empresas pré-modernas. Elas não contam com mecanismos eficazes para cobrar e incentivar a produtividade. Contratam profissionais que ninguém mais no mercado quer, treinam-nos mal e, além disso, não exercem nenhum tipo de controle sobre eles. Hoje, os professores brasileiros estão, basicamente, livres para escolher o que vão ensinar do currículo. Não há padrão nenhum – tampouco há excelência acadêmica.

NA LINHA DA MEDIOCRIDADE
É boa notícia que os brasileiros comecem a colocar a educação entre suas prioridades, mesmo que isso ocorra com tanto atraso em relação aos países mais desenvolvidos. Percebo no Brasil, no entanto, uma visão ainda bastante distorcida da realidade – típica de países onde as notas dos estudantes são, em geral, muito baixas. A experiência indica que, num cenário como esse, até mesmo os ótimos alunos tendem a se nivelar por baixo. Com um resultado superior à média, eles já se dão por satisfeitos, assim como seus pais e escolas. Na verdade, estão todos mirando a linha da mediocridade. E é lá que estão mesmo. Os exames internacionais da OCDE (organização que reúne os países mais ricos) mostram isso com clareza. Os alunos brasileiros que aparecem entre os 10% melhores são, afinal, menos preparados do que alguns dos piores estudantes da Finlândia. Os finlandeses, por sua vez, definem suas metas com base num altíssimo padrão de excelência acadêmica. É esse ciclo virtuoso que o Brasil deve perseguir – em todos os níveis.

CHEGA DE UNIVERSIDADE GRATUITA
Se quiser mesmo se firmar como uma potência no cenário mundial, o Brasil precisa investir mais na universidade. É verdade que os custos para manter um estudante brasileiro numa faculdade pública já figuram entre os mais altos do planeta. Por isso, é necessário encarar uma questão espinhosa: a cobrança de mensalidades de quem pode pagar por elas, como funciona em tantos países de bom ensino superior. Sempre me pergunto por que a esquerda brasileira quer subsidiar os mais ricos na universidade. É um contrassenso. Olhe o que aconteceria caso os estudantes de renda mais alta pagassem algo como 1 000 dólares por ano às instituições públicas em que estudam. Logo de saída, o orçamento delas aumentaria na casa dos 15%. Com esse dinheiro, daria para atrair professores do mais alto nível. Quem sabe até um prêmio Nobel. O Brasil precisa, afinal, começar a se nivelar por cima.

Fonte Revista Veja''

A educaçao no Brasil


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